sábado, 18 de maio de 2013

Ande com Deus

Algumas vezes, por aí, ouvi a história de Enoque contada para crianças de uma maneira diferente. A história dizia que Enoque e Deus eram muito amigos. Andavam juntos, caminhavam, brincavam e dormiam juntos. Enoque era muito dorminhoco e Deus sempre tinha que acordá-lo com o cotovelo, dizendo: “Acorda Enoque, já é muito tarde.” Então, ambos saíam da cama, escovavam os dentes juntos, e depois de tomar o desjejum saíam como todos os dias. Corriam pelos campos, nadavam em uma lagoa, colhiam frutos, descansavam debaixo das árvores e quando o sol começava a ocultar-se, Enoque dizia para Deus: “Senhor, já é tarde, voltemos para casa”. E os dois retornavam e dormiam juntos para começar tudo de novo no dia seguinte.
 
Um dia, Deus acordou Enoque e disse: “Olha como brilha o sol, parece que hoje será um dia diferente.”

Levantaram-se e começaram as atividades de sempre, mas aquele dia andaram como nunca, distraídos na maravilhosa comunhão em que ambos viviam. De repente o sol começou a ocultar-se e Enoque disse: “Senhor, já é tarde, temos que voltar.” Mas Deus respondeu: “Filho, hoje a gente andou tanto que a Minha casa está mais perto do que a sua. O que você acha se hoje a gente for para a Minha casa?” E naquele dia Enoque desapareceu, porque Deus o levou.

Embora contada para crianças, esta história nos mostra de maneira simples a beleza e a simplicidade do cristianismo.

Cristianismo nada mais é do que viver uma maravilhosa experiência de comunhão e companheirismo com Jesus. Fazer dEle o centro de nossa vida. Relacionar tudo com El,e. Permitir que Ele participe de nossos empreendimentos e atividades diários. Fazer de Sua presença algo real, como o garoto que pediu a seu pai para deitar do outro lado porque Jesus estava deitado de seu lado direito.

Está começando mais um dia. Por que não fazer dele um dia diferente, fazendo da presença de Cristo uma presença viva?

Como? Conservando um cântico no coração, relacionando tudo com Jesus, aproveitando qualquer oportunidade para falar a outros do amor de Cristo.

andar-com-Deus[1]

domingo, 12 de maio de 2013

Por que Deus não responde imediatamente?

Você vive momentos em que Deus parece muito distante? A maioria de nós sente isso. O salmista fala por nós ao clamar: “Senhor, por que estás tão longe? Por que te escondes em tempos de angústia?” (Sl 10:1). Pendurados na cruz, Jesus clamou: “Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste?” (Mt 27:46).
 
Nossos sentimentos podem dizer-nos que Deus está distante, mas as Escrituras dizem outra coisa. Quando clamamos a Deus em oração, Ele está perto, quer sintamos, que não. Ao mesmo tempo, podemos orar por algo de que precisamos sem ver uma resposta depois de semanas, meses ou até mesmo anos de intercessão fervorosa. Por que Deus tantas vezes nos faz esperar pelo que temos certeza ser necessário imediatamente?

Deus pode negar-nos certas coisas durante algum tempo porque deseja que oremos por elas. Ele quer fazer algo grande em resposta a nossas orações, algo que só pode nascer se orarmos. É possível que certas coisas não ocorram em sua vida a não ser que ore longa e fervorosamente por elas.

Se começar a desanimar e achar que a vida nunca vai mudar, saiba que o oposto é verdade. É nessas ocasiões que Deus o está preparando para o seu futuro. Ao chegar a hora certa, sabemos que Ele trabalha rapidamente. Achegue-se a Deus em oração, confiando em sua proximidade. Agradeça-Lhe por ouvir suas orações e porque vai responde-las à Sua maneira perfeita.
 
Esperando[1]

segunda-feira, 29 de abril de 2013

O convite é para você!

Você está fatigado.

Você está cansado.

Cansado de ser golpeado pelas ondas dos sonhos desfeitos.

Cansado de ser pisoteado e ultrapassado na infindável maratona rumo ao topo.

Cansado de confiar em alguém, e ter como resposta esta confiança devolvida em um envelope sem o endereço do remetente.

Cansado de contemplar um futuro repleto de dificuldades.

O que é que rouba o nosso zelo de infância?…

É este cansaço que torna as palavras do Carpinteiro tão empolgantes. Ouça-as. “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei”.

Vinde a mim… Somos convidados a ir a Ele. Por que a Ele?

Ele oferece este convite como um mestre sem recursos financeiros em uma nação oprimida. Não tem qualquer relacionamento com as autoridades em Roma. Não escreveu um “best-seller”, e também não tem diploma.

Contudo, ousa olhar direta e profundamente para a face rústica dos fazendeiros e das donas de casa, e oferece repouso. Olha para os olhos de um atendente de bar desiludido, e faz esta promessa paradoxal: “Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma”.

O povo veio a Jesus. Vieram dos locais que frequentavam e dos complexos de escritórios da época, e Cristo não lhes deu religião, nem doutrina, nem sistemas, mas descanso.

Como resultado, chamaram-lhe de Senhor.

Como resultado, chamaram-lhe de Salvador.

Nem tanto por aquilo que disse, porém mais por aquilo que fez. Por aquilo que realizou em uma cruz durante seis horas, em uma sexta-feira. (Extraído da obra Six Hours One Friday, de Max Lucado
 
para_voce

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Amigos que não gostam de conversar

A carta terminava assim: “Afinal de contas, parece mesmo que meu caso não tem solução. Sei que a oração me ajudaria a resolver o problema, mas não tenho vontade de orar. O pior de tudo é que quando oro, acabo tudo o que tinha para dizer em dois minutos. Dá a impressão de que minha oração não passa do teto”.
 
Já sentiu algo parecido alguma vez? A verdade é que, em todos estes anos trabalhando com jovens, descobri que o problema do jovem não é o fato de não saber que precisa orar. Todo mundo sabe que é necessário orar, e que a oração é o alimento da nova natureza. Todo sabem que o poder bem através da oração. A angústia do jovem está expressa na carta que registrei acima: “Pastor, não tenho vontade de orar”.

É preciso entender, em primeiro lugar, em que consiste a oração. “Orar”, disse Ellen White, “é o ato de abrir o coração a Deus como a um amigo”. Segundo esta declaração, orar nada mais é do que conversar com um amigo. E amigos gostam de conversar. É o que eles mais fazem. Se alguém não tem vontade de conversar com sue amigo, alguma coisa está errada.

Alguma barreira foi criada. A amizade está abalada e a solução não consiste em ler livros ou ouvir sermões que mostrem o dever de conversar com um amigo. É preciso que lhes ensinem como o resolver o problema com o amigo. Ele precisa de ajuda para que a amizade torne a ser como antes. Uma vez que o problema tenha sido resolvido, o diálogo com o amigo virá espontaneamente.

Em segundo lugar, é necessário saber que uma conversação entre amigos deve estar baseada na sinceridade. Num relacionamento de amigos verdadeiros não há lugar para fingimento ou hipocrisia. Cristo nos ama e o que Ele espera em nosso relacionamento é acima de tudo, sinceridade. É isso que Ele disse no Sermão do Monte. “Quando orarem, não sejam como os fingidos… não fiquem recitando sempre a mesma oração”.

Temos quase de cor uma oração para as manhãs e outra para as noites. Sempre o mesmo assunto. Podemos estar sem a mínima vontade de orar, mas nos ajoelhamos por disciplina e repetimos a oração costumeira, que geralmente não dura mais de dois minutos. E ao deitarmos, experimentamos a estranha sensação de que a nossa oração não passou do teto.

Por que não encarar a oração como a maravilhosa experiência de conversar com Jesus Cristo, em lugar de considera-la o nosso dever de cada dia?

O dia em que descobrirmos a alegria de falar assim com Deus, teremos descoberto o segredo de uma vida poderosa. Isso é andar com Deus.
 
boca-fechada[1]

terça-feira, 2 de abril de 2013

Mudança radical

“Tem compaixão de mim, Senhor, porque eu me sinto debilitado; sara-me, Senhor, porque os meus ossos estão abalados” (Salmo 6:2). A oração da Davi é o clamor de um homem que conheceu a dor, o peso e a angústia da culpa. O pecado não compensa. Um minuto de alegria tem atrás de si horas e horas de desespero e solidão. Adão e Eva foram atraídos por uma experiência nova e fascinante, mas com tristeza tiveram que abandonar o Jardim e ver mais tarde um filho tirando a vida do outro. Esaú não pensou duas vezes para tomar o prato de lentilhas e depois teve que chorar em desespero: “Pai, não tens outra bênção para mim?” Davi, olhou para a mulher do vizinho, deixou-se arrastar pelas paixões humanas, viveu seu momento de aventura e quanto o prazer da novidade acabou, confrontou-se com a triste realidade de uma consciência intranquila.
 
Justamente por conhecer o outro lado do pecado, o salmista clama: “Tem compaixão de mim, Senhor, porque sou fraco. Sara-me, Senhor, porque os meus ossos estão perturbados.”

“Sou fraco”. Esta é a triste realidade humana desde a queda de nossos primeiros pais. Hoje, a raça humana carrega sobre si a natureza pecaminosa. “Em pecado me concebeu a minha mãe”, diz Davi na oração de arrependimento do Salmo 51.

Com esta natureza, nascemos separados de Deus e o que mais gostamos é de viver longe de Deus. Sem Deus, passamos a ser pobres escravos de nossas paixões e apetites. Machucamo-nos ao deixar-nos levar por eles, mas nem por isso emendamos o rumo. Podemos tentar uma vez e outra. Podemos fazer promessa após promessa, decisão após decisão, mas voltamos sempre ao ponto de partida até um dia entender que em nós não existe bem nenhum.

“Tem compaixão de mim, que sou fraco”, clamamos e ao fazermos assim damos a Deus a oportunidade de operar o milagre da transformação, o transplante de coração. Ele implanta em nós a natureza divina (II Pedro 1:4) e pela primeira vez aparecem os frutos espirituais de maneira natural em nossa vida.

Davi foi conhecido nos últimos anos de sua vida como o varão conforme o coração de Deus. Quer dizer que existe esperança para o homem que um dia caiu nas profundezas do abismo. Quer dizer que nem tudo está perdido. Quer dizer que embora nossas promessas nunca tenham sido cumpridas existe saída para a alma na encruzilhada da morte. É só clamar: “Tem compaixão de mim, que sou fraco”. É só reconhecer que Ele é tudo em nós e ao reconhecer este fato, busca-Lo cada dia e viver com Ele uma vida de comunhão ininterrupta, permitindo que Seu Espírito santifique nossa vontade enfraquecida, e nos guie às obras maravilhosas da vitória. 
 
nova_vida

quarta-feira, 27 de março de 2013

As seis horas mais críticas da História

Seis horas da tarde de uma sexta-feira. Deixe-me perguntar: O que você faz com aquele dia da história? O que faz com aqueles clamores?
 
Se aquilo realmente aconteceu, se de fato Deus ordenou a sua crucifixão, se Ele virou as costas ao próprio Filho, se realmente tomou as chaves do inferno, então as seis horas daquela sexta-feira estão abarrotadas de um trágico triunfo. Se foi Deus que esteve naquela cruz, então a colina chamada Gólgota é um granito cravado com estacas onde você pode ancorar.

Aquelas seis horas não foram seis horas normais. Foram as horas mais críticas da história. Pois, naquele período, Deus colocou na terra três âncoras suficientemente fortes para suportar qualquer furacão.

Âncora nº 1 – Minha vida não é fútil. Esse rochedo está segurando o casco do meu coração. Sua única função é oferecer algo em que possa segurar-me quando tiver de enfrentar as ondas da futilidade e do relativismo. Alguém está no controle e tenho um propósito.

Âncora nº 2 – Meus erros não são fatais. Não é que Ele ama o que você faz; Ele ama quem você é.

Âncora nº 3 – Minha morte não é o fim. Ainda existe mais uma pedra a que você se pode prender. Ela fechava a entrada de um túmulo. Não era muito grande, mas… Ele entrou apenas para provar que poderia sair. E, no caminho, levou a pedra consigo, e a transformou em um ponto de ancoragem… Amarre-se a este  rochedo e o tufão do túmulo se converterá em uma brisa de primavera de um domingo de Páscoa.

Lá estão eles. Três pontos de ancoragem. Os pontos de ancoragem da cruz. (Extraído da obra Six Hours One Friday, de Max Lucado)

Algumas pessoas prefeririam ver Jesus morto a vê-Lo controlando sua vida. Qual aposento do castelo da sua vida (carreira, família, igreja) precisa ser colocado sob o controle de Cristo? Não hesite nem por um dia. Ore agora. Entregue a sua vida totalmente a Ele.

cruz_Jesus

terça-feira, 12 de março de 2013

Ciência: Jesus morreu de ‘coração partido’.

Para esclarecer sua dúvida, de acordo com as profecias messiânicas, Jesus morreria de “Coração Partido”. Podemos confirmar o cumprimento desta profecia através de provas científicas. As conquistas que lançam luz quanto aos conhecimentos científicos, fazendo uma relação quantificada dos efeitos do stresse sobre o coração determinou, que um coração só é capaz de partir se a mente estiver submetida a uma terrível angústia.

Ora, a morte de Cristo foi vicária, isto é, morreu em nosso lugar. Setecentos anos antes de Cristo morrer como salvador da humanidade, o profeta Isaías escreveu uma das mais grandiosas Profecias Messiânicas sobre a morte de Jesus. O verso cinco, entre outros, dá a justa medida de que todos os nossos pecados, ou iniquidade, foram colocados sobre Cristo. O texto diz: “Mas Ele foi Crucificado pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (Is 53:5).

Assim, fica estabelecido o motivo lógico e científico porque Jesus morreu de coração partido. O miocárdio (músculo cardíaco) diante de tremendo fator estressante, que o pecado da humanidade, inclusive os meus e os seus, arrebentou diante da mais avassalante e terrível angústia mental. Mas outros fatos, levantados pela ciência médica, vieram dar provas absolutas, irrefutáveis, de que Cristo, de fato, morreu de coração partido.
Descobriu-se além de outros fatos que, quando um coração se parte, as substancias mais densas como glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas que constituem fundamentalmente o sangue – se aglutinam e, agrupados, descem para a parte mais baixa do pericárdio, a membrana que envolve o coração. O plasma, basicamente formado por água fica por cima. A linguagem não técnica, mas eficaz, diria que há uma separação de sangue e água quando um coração se parte.

Portanto, só seria possível provar que Cristo morreu de coração partido, se alguém, com um instrumento perfurante, penetrasse com tal instrumento, o coração de Jesus e, dessa forma, saísse sangue e água. Foi uma surpresa o fato de Cristo, após apenas seis horas de crucificado, Ele ter morrido. Como “pecado é a transgressão da lei” (Jo 3:4) e, Cristo jamais pecou, isto é, jamais transgrediu a lei, ele  tinha saúde completa.

Os crucificados, em via de regra, demoravam alguns dias para morrer. E Cristo, absolutamente saudável, não deveria morrer assim tão rapidamente. Assim, desconhecendo o terrível fator estressante que, no momento certo, partiu o coração de Jesus, os sacerdotes Judeus pagaram a um soldado romano para que ele perfurasse o coração de Jesus com uma lança.

Assim, a morte de Jesus que já havia ocorrido, ficaria, sem dúvida, demonstrada. E esse ato, além de esclarecer que Jesus não tivera apenas um ataque cataléptico, mas efetivamente estava morto, deu, com absoluta precisão, a prova científica que Jesus morreu de coração partido.

Nós somos a causa direta da morte de Cristo. Nós é que partimos o coração de Jesus, porque Ele se entregou por nós no mais sublime sacrifício. Cristo, como Deus eterno, tomou o nosso corpo. Ao Deus, o Pai, doar seu Filho, fez o maior investimento do universo a favor de nossas vidas.

Deixe o amor de Deus ocupar o primeiro lugar em sua vida.

Seja feliz!