quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

A Concordância Tríplice sobre o pequeno número de salvos do Apocalipse

O Filho de Deus, o profeta Isaías e João, o apóstolo evangelista, concordam que o número de salvos será pequeno, comparado a população mundial. Vejamos:

PROFETA ISAÍAS (700 AC)

Por isso a maldição tem consumido a terra; e os que habitam nela são desolados; por isso são queimados os moradores da terra, e poucos homens restam. Isaías 24:6.

JESUS, O FILHO (30 DC)

E disse-lhe um: Senhor, são poucos os que se salvam? E ele lhe respondeu: Porfiai por entrar pela porta estreita; porque eu vos digo que muitos procurarão entrar, e não poderãoLucas 13:23-24.

APÓSTOLO JOÃO (95 DC)

E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação.
E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.
Se alguém tem ouvidos, ouça.  Apocalipse 13:7-9


Portanto através da simples lógica, nenhuma religião com bilhões de pessoas (Catolicismo, Islã) pode estar ensinando a verdade, pois senão teríamos uma boa porcentagem da população salva, que não adorariam a Besta. A porta não seria estreita, porque não podemos supor que bilhões possam passar por uma porta estreita etc.

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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

O Dom do Espírito, um Incentivo à Obediência

“Se me amais, guardareis os meus mandamentos. E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não no vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós.” (João 14.15-17)

Aprouve a Deus unir a felicidade do homem com seu dever, e ordenar, que os caminhos da justiça por si só fossem caminhos de deleite e de paz.
Daí nosso Senhor, em seu último discurso, no qual ele se esforçou muito mais para consolar seus discípulos; ter apresentado a obediência aos seus mandamentos, como a melhor prova de seu amor a ele, e o melhor meio de garantir bênçãos do alto: sim, quando ele estava lhes informando como ricamente a perda de sua presença seria contrabalançada pela habitação do Espírito Santo em seus corações, ele lhes lembra em primeiro lugar que esse benefício foi inseparavelmente ligado com a santidade de coração e de vida.
Ao discorrer sobre suas palavras, vamos considerar,

I. A promessa feita por Cristo à seus obedientes discípulos

Nosso Senhor requer que todos os seus seguidores “guardem os seus mandamentos”
Do crente é dito estar “morto para a lei”, mas embora morto para a lei como um pacto, ele está mais vivo do que nunca para ela como uma regra de vida.
O casamento que havia entre o crente e a lei é dissolvido, mas é somente dissolvido, “para que ele possa se casar com outro, a saber, o Senhor Jesus Cristo, e para que através dele, na qualidade de seu Esposo, possa ser ativado para “dar frutos para Deus”. A obediência aos mandamentos de Cristo é a única prova suficiente que ele pode dar do seu amor a Cristo. De fato, até a sua última hora ele deve ser provado por este teste. Todas as profissões religiosas do mundo serão vistas como hipocrisia, se destituídas desta evidência. A obediência e o amor são inseparáveis um do outro. Amor sem obediência não é melhor do que dissimulação, como obediência sem amor é mera ação servil. O comando aqui, portanto, dado aos discípulos, deve ser considerado como dado a todos os seguidores de Cristo em todas as épocas.
Para aqueles que seguem esta regra ele dá a mais encorajadora de todas as promessas:
Seus discípulos estavam prestes a perder a sua presença em razão de sua partida para as regiões superiores. Mas ele prometeu que, “se eles obedecessem os seus mandamentos, ele iria rogar ao Pai por eles, para que o Pai lhes enviasse outro Consolador para ficar com eles para sempre.”
E aqui, deixe-me observar, que o Espírito Santo é representado por ele, não como uma qualidade ou operação, mas como uma Pessoa distinta; não como um conforto, mas um Confortador; que viria do Pai, em resposta às intercessões do Filho, e permaneceria no seio das pessoas obedientes a Deus. Sim, como nos dias antigos, Deus, pela nuvem brilhante, seu Shequiná, o símbolo de sua presença e glória, esteve em primeiro lugar no tabernáculo e depois no templo, e assim também o Espírito de Deus agora desceria e habitaria nos corações dos seguidores obedientes de Cristo, exibindo diante deles a sua glória, e dando a eles as suas bênçãos para o pleno atendimento de todas as suas diversas necessidades.
Eles, assim como os apóstolos, seriam submetidos a provações, e chamados tanto a agir e a sofrer pelo seu Senhor, mas o Espírito Santo lhes daria todo o socorro e apoio necessário, e lhes faria mais do que vencedores sobre todos os seus opressores. Nunca por um momento ele irá deixá-los, até que ele tenha completado neles tudo o que Deus em seu amor e misericórdia sem limites, tem ordenado para eles.
Ampliando essa promessa, nosso Senhor revelou aos seus discípulos,

II. Qual é a bênção distinta que eles são privilegiados em desfrutar.

Esse Consolador divino não é conhecido por ninguém, senão pelo seguidores obedientes de Cristo.
“O mundo não o conhece, nem pode, de fato, recebê-lo”. Como o “Espírito da verdade”, ele falou por meio de todos os profetas, mas o mundo ímpio lançou atrás das costas a sua palavra. Nos dias de nosso Senhor fizeram o mesmo. O mesmo também fizeram quando falou pelos Apóstolos. E o mesmo têm feito nestes dias. Por falta de um discernimento espiritual, eles não enxergam, por falta de um entendimento esclarecido, eles não o conhecem; e por falta de disposições santas, eles não podem recebê-lo. Seus corações estão fechados para ele; e estão tão cheios de afetos corrompidos pelo pecado, que o Espírito não pode suportar fazer a sua morada com eles. Se por um momento ele age como um espírito de convicção, ele não pode ficar ali como um Espírito de consolação. Mas, para os seguidores obedientes de Cristo, ele vem com todas as suas manifestações gloriosas e encarecedoras. Ele derrama em seus corações o amor de Deus. Para eles, ele testemunha sua adoção na família de Deus e é neles o penhor da sua herança eterna.

 O Dom do Espírito, um Incentivo à Obediência

sábado, 4 de janeiro de 2014

A Bíblia e a Escravidão.

Muitas pessoas ficam chocadas ao descobrir inúmeras passagens do Antigo Testamento que demonstram a aprovação divina para a prática da escravidão no território de Israel. O que nós nos esquecemos constantemente é que a Bíblia não foi escrita no Brasil, nem em português. Além de ter sido escrita há milênios, ela foi produzida numa outra cultura. Se quisermos ver sentido em algumas de suas práticas, não devemos compará-la com nossa cultura ocidental, mas sim com a vida e os costumes dos habitantes do Oriente Médio, na época em que os livros sagrados foram produzidos. Abaixo, você terá um breve resumo da legislação bíblica sobre a escravidão e uma rápida comparação de como outros povos viam essa prática.

Escravidão foi a primeira lei que Deus deu aos israelitas quando eles saíram do Egito (cf. Êx 21:1-11). Na lei mosaica, sequestrar alguém para ser vendido como escravo era um crime punido com pena capital (Êx 21:16). Um escravo hebreu deveria trabalhar apenas seis anos para pagar sua dívida, sendo libertado no sétimo ano, sem pagar nada (Êx 21:2). Além disso, ele deveria receber de seu proprietário alguns animais e alimentos para recomeçar a vida (Dt 15:13, 14). Durante seu período de serviço, o(a) escravo(a) teria um dia de folga semanal, o sábado (Êx 20:10). É interessante notar que na versão dos 10 mandamentos de Deuteronômio 5, é nos dito que o sábado foi dado para que o servo e a serva “descansem como tu”, no caso, o patrão.

Notou alguma diferença entre a escravidão bíblica e aquela mantida em nosso país, há alguns séculos? A diferença também é significativa quando comparamos essas passagens bíblicas com o famoso Código de Hamurabi, rei de Babilônia no 18º século a.C. Se algum escravo fugisse, ele deveria ser morto; enquanto isso, em Israel esse escravo deveria ser protegido (Dt 23:15, 16). Proteger um escravo fugitivo, em Babilônia, era uma grande ofensa, também punida com morte, como evidenciado nas leis 15-20 do referido código. Antes desse rei, que viveu em torno de 1.750 a.C., entre os sumérios, o termo arad (escravo, servo) era considerado como um objeto e era referido através de um pronome usado para descrever coisas (p. ex., o uso do it, em inglês).

Alguém pode questionar o motivo pelo qual Deus não aboliu a escravidão entre os israelitas. Lembre-se de que eles estavam inseridos numa cultura impregnada dessa prática. Mesmo que Deus a abolisse, isso não mudaria a forma como eles pensavam. A título de ilustração, imagine o árduo processo cultural para tornar a Arábia Saudita em uma democracia. Mesmo que essa mudança fosse feita, ainda levaria um bom tempo até que a mentalidade da nação fosse mudada. Deus humanizou essa prática em Israel. Em lugar algum do antigo Oriente Médio encontraremos escravo e senhor em pé de igualdade (cf. Jó 31:13-15).

Criticar a Bíblia afirmando que ela defende a prática da escravidão é desconhecer quase por completo o ambiente histórico no qual ela foi produzida. 

Fonte: Adventistas.org

domingo, 8 de dezembro de 2013

O que Acontece na Morte

1- Como Deus criou o homem? Gênesis 2:7

“E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego de vida e o homem passou a SER alma vivente”.
 
Para entender o que é Morte você precisa entender o que é Vida. 

A Bíblia diz que nós fomos feitos do pó da terra. A mesma proporção de água que existe na terra também existe no nosso corpo aproximadamente 70%. E também semelhante á água do mar, as nossas lágrimas e o nosso suor são salgados. E todos os elementos minerais e químicos que encontramos no corpo humano encontramos também na terra. Quero citar apenas alguns: oxigênio, carbono, hidrogênio , nitrogênio, cálcio, potássio, enxofre, sódio, magnésio, ferro… fósforo.

Cada elemento tem uma função, o fósforo é importante para o bom funcionamento do cérebro, e é até comum se dizer: “a sua memória está fraca, você está precisando de fósforo!”, segundo os especialistas, por que o fósforo é um ativador das funções cerebrais. 

Mas veja, o texto diz que Deus soprou. E soprou o quê? O fôlego de vida, só Deus pode dar Vida, porque Ele é Fonte da Vida, só Ele é Doador e Mantenedor da Vida. Lucas que foi um médico, é o escritor do evangelho de Lucas e também do livro de Atos. Veja o que o Dr. Lucas nos diz no livro de Atos 17:28 “Porque nEle vivemos, e nos movemos e existimos…” 

A Bíblia diz que Deus soprou o Fôlego de Vida no boneco de barro e o boneco de barro foi feito alma vivente . A Bíblia diz que o Homem passou a Ser uma Alma e não que passou a Ter uma Alma . Então você não Tem uma Alma, você É uma Alma.
Talvez isso que você está ouvindo seja uma surpresa, e talvez você até esteja um pouco confuso, mas para facilitar a compreensão eu quero ilustrar.

A flauta é um instrumento de sopro. Bem, se eu pegar um instrumento e soprar o som que vai sair é o que chamamos de música!

Bem a Pergunta que eu quero fazer é para onde foi a música no instante que eu parei de tocar? Ela foi parar em algum lugar? Ou ela simplesmente desapareceu? Deixou de existir?

A música simplesmente deixou de existir! 

Mas para que exista música da flauta, você precisa ter três coisas:
1º) O Instrumento
2º) O Músico
3º) O Fôlego
Comparando a música com a Vida. Então podemos dizer que:

O Instrumento é você, o Músico é Deus. Assim como para existir a música são necessárias três partes. O Instrumento, o músico e o fôlego do músico.
Para que exista vida, para que você seja um ser vivente, você precisa de Deus. O fôlego que existe em você é procedência de Deus, o fôlego de vida provém de Deus. Dentro de cada ser vivo existe o fôlego de vida que provém de Deus.
Bem então o que é morte? O que acontece com a alma no momento em que a pessoa morre?
A morte nada mais é do que o processo contrário da criação. Você se lembra?
Na criação havia o boneco de barro, ou o corpo, ou a matéria. Mas não era um ser vivente. Não tinha vida. Deus então soprou no ser humano o fôlego de vida. Concedeu ao ser humano, aquilo que só Deus pode dar: Vida, fôlego de vida, energia vital. E o ser humano passou a ser uma Alma Vivente. 

2 – O que é a morte? Romanos 6:23
“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus” .
Não fomos criados para morrer. A morte não foi criada por Deus, a morte é uma intrusa, dentro no universo. 

3- O que acontece na morte? Eclesiastes 12:7
“E o pó volte e terra, como era, e o espírito volte a Deus, que o deu”.
Na morte quando o corpo por algum motivo (Doença, acidente, desastre) sofre um dano físico, e não pode mais ser um instrumento em condições de abrigar o fôlego de vida, simplesmente, o fôlego de vida volta para Deus.
No momento em que alguém morre, o ar continua existindo, mas o Fôlego de Vida voltou para o Doador da Vida e é isto que a Bíblia fala em Eclesiastes.
Você viu como a Bíblia esclarece? A Bíblia diz que, quando alguém morre o corpo volta para a terra e o espírito volta para Deus.
O que volta para Deus não é a Alma, mas o fôlego de vida ou a energia vital de Deus, também chamado aqui de espírito. 

4) O que acontece com a Alma? Ezequiel 18:20 “A alma que pecar essa morrerá”.
Isso mesmo que você ouviu. A alma morre. No mesmo instante em que a pessoa morre a alma também morre. Por quê? Porque a alma é a pessoa, é o corpo com a vida.
Sim, a Bíblia não diz que a alma é imortal. Pelo contrário a Bíblia diz que a Alma que pecar essa morrerá. E como todos nós já nascemos pecadores, com a tendência para o pecado. Todos nós somos mortais. Almas mortais. 

5) O homem é mortal ou imortal? Salmo 8:4
“Que é o homem mortal para que te lembres dele? Ou o filho do homem para que o visites?

6) Apenas quem no universo é imortal? 1º Timóteo 6:16
“Aquele que tem, ele só a imortalidade, e habita na luz inacessível; a quem nenhum dos homens viu, nem pode ver, a qual seja honra e poder sempiterno. Amém”.
A Bíblia diz que só Deus tem a imortalidade. Só ele é imortal? É Deus!
Talvez isso que você está ouvindo seja uma novidade. Talvez você nunca tenha ouvido falar nos falar que a alma é mortal, que ela morre, mas está é a mais pura verdade. 

7) Pode um morto dar conselhos, recados ou entrar em contato com os vivos? Eclesiastes 9:5
“Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco têm eles recompensa, mas a sua memória jaz no esquecimento. Até o seu amor, o seu ódio e a sua inveja já pereceram, e já não tem parte alguma neste século, em coisa alguma que se faz debaixo do sol”.
A Bíblia diz com muita clareza que os mortos não sabem de coisa alguma. Eles não estão vendo, nem ouvindo, muito menos sentindo alguma coisa.
8) Como a Bíblia considera a morte? 1ª Tessalonicenses 4:13 a 16
“Não quero, porém irmãos, que sejais ignorantes a respeito dos que dormem, para que não vos entristeçais, como os demais que não tem esperança. Porque se cremos que Cristo morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com Ele. Digo isto, que pela palavra do Senhor; que nós os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor não precederemos os que dormem. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com a voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós os vivos seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar com o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Portanto consolai-vos uns aos outros com estas palavras”.
A morte em diversas outras passagens é comparada a um sono profundo, a um sono sem sonhos.
A ressurreição ocorrerá quando Jesus voltar. Até então todas pessoas que morreram permanecem em suas sepulturas.
Procure no dicionário a palavra “cemitério”, e veja só o que você vai encontrar, no Aurélio, do grego Koemetériun, ou “Dormitório”, “lugar onde se enterram ou guardam os mortos”.

9- Qual a única saída para a morte? João 11:25
“Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em ainda que esteja morto viverá”.
Assim como Cristo trouxe á vida o seu amigo Lázaro que estava morto já há quatro dias, ele prometeu que na sua Segunda Vinda ele irá ressuscitar todos os que nEle creram. 

10- Quanto tempo durará o processo da resurreição? 1ª Coríntios 15:51 a 56 “Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados. Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta, porque a trombeta soará e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.
Não é maravilhoso saber que um dia a morte terá um fim?
Não é maravilhoso saber que um dia poderemos rever nossos familiares, nossos amigos, que dormem o sono profundo e sem sonhos da morte? E mesmo para aqueles que estão desenganados a ressurreição é uma mensagem de Esperança. Este reencontro será emocionante! Mas agora não mais com um corpo que envelhece, adoece, deformado pelos anos ou pela doença. Se você tem alguém que dorme o sono profundo da morte. A promessa bíblica da Ressurreição é uma mensagem de Esperança.

11 – Existirá a morte para sempre? Apocalipse 21:4
“E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto nem dor, porque já as primeiras coisas são passadas”.
A palavra de Deus diz que a morte está com os dias contados. Isso mesmo que você ouviu! A morte terá um fim. Não é maravilhoso ouvir o Doador da Vida, dizer que um dia não haverá mais Morte? 

terça-feira, 5 de novembro de 2013

O ser humano e a sexualidade

A sexualidade do ser humano é formada desde o ventre materno, fase em que a criança já recebe informações sobre o desejo de seus pais a respeito da sexualidade da criança. É importante não criar expectativas exageradas quanto ao sexo da criança, pois o feto recebe toda a carga emocional negativa do casal e, em seu psiquismo, já se alojam sentimentos de rejeição. É preciso deixar claro que o casal só realiza o ato sexual. Deus é quem concede o filho e determina o sexo. Portanto, sejam gratos ao Senhor por seus filhos, pois eles são bênçãos, como diz o Salmo 127.3.
Somos importantes na formação da sexualidade de nossos filhos. A nossa maneira de agir, de falar, de vestir e de relacionar-nos são comportamentos que definirão se nossa sexualidade é saudável ou não.

O sexo faz parte da sexualidade, mas sexo é um órgão do corpo humano que serve para diferenciar macho e a fêmea. Existe muito tabu em relação ao sexo porque nós, pais, muitas vezes ensinamos nossos filhos a olhar para o seu órgão sexual de maneira errada, muitas vezes usando até apelidos para denominá-lo.

O órgão sexual do macho se chama pênis, e o da fêmea, vagina. Assim como você denomina cada órgão do corpo humano, deve fazer o mesmo em relação ao órgão sexual, ensinando à criança o nome correto para que ela não crie expectativas erradas a respeito do sexo e de sua sexualidade.

A sexualidade

A sexualidade saudável é vivenciada entre homem e mulher e, para ser abençoada por Deus, deve acontecer dentro do casamento. Não existe pecado na relação sexual e no prazer proporcionado quando acontece entre um homem e uma mulher no casamento. Quando alguém adultera, ou se prostitui, peca contra o seu próprio corpo e abre brecha para os espíritos malignos atuarem em sua vida sexual, tornando a sua sexualidade desajustada e contaminada (Ap 21.8).

Para mantermos uma sexualidade sadia, a pureza deve fazer parte de nosso estilo de vida. Como pais, devemos ser exemplos para nossos filhos. Durante os primeiros sete anos de seus filhos, vocês e o ambiente vivenciado em seu lar serão determinantes na personalidade e na história de vida deles. Por isso, priorizem Deus em suas vidas, orem pelo seu futuro espiritual, sentimental e profissional desde o ventre, abençoando-os em todas as áreas e não permitindo que se casem sem a sua bênção. Incentive-os a terem um namoro honesto e saudável, pois será a preparação para formarem um lar feliz e abençoado.

Detalhes que merecem atenção

Quem cuida de seus filhos? Com quem andam? O que acessam na internet? Comportamentos diferentes dentro de casa ou na escola podem sinalizar um pedido de socorro. Cuidado também com o que assistem na televisão, pois nossos lares têm sido invadidos pelo espírito de sensualidade existentes nas novelas, filmes, reality shows, programas humorísticos e até em desenhos infantis.

Ore por seu casamento, por seus filhos e feche todas as brechas para que os espíritos malignos que atuam nas áreas da prostituição, adultério, fornicação e perversão sexual não encontrem brechas em sua vida e em seu lar. Leia 1Pedro 5.8-9a.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Criando um legado duradouro

Que investimento todo ser humano precisa fazer para deixar um legado duradouro? A dura realidade que muitas vezes enfrentamos mascara o fato de que muito do que nos esforçamos para construir não vai durar. Tenho observado pessoas que, no final de sua vida, veem seus castelos construídos na areia ruírem. Muitas trabalharam sem parar, sem reservar tempo para si, a família, os amigos e Deus, enfim, viveram isoladas e em um ritmo acelerado.

Se você tivesse apenas um mês para viver, talvez fizesse algumas mudanças para aperfeiçoar o que construiu. O melhor mesmo, porém, seria contribuir para seu legado todos os dias, durante muitos meses e anos, para que tudo pelo que trabalhou seja eterno. Mas a única maneira de criar essa herança duradoura é empregar seus recursos mais valiosos nas áreas que oferecem maior retorno: as pessoas.

Nossos relacionamentos são o único investimento que não pode ser destruído por um incêndio ou um desastre natural, nem ser perdido na bolsa de valores. Se realmente quisermos deixar um legado que o tempo não possa apagar, teremos de inspecionar o local onde está sendo construída nossa vida: sobre a rocha, que é Jesus Cristo, ou sobre a areia? (Mt 7.24,25).

O primeiro aspecto dessa inspeção deve ser o teste da influência. Para deixar um legado nesta terra, é necessário que você passe por este teste. Todos nós, seres humanos, recebemos certo número de oportunidades para influenciar os outros e fazer a diferença na vida deles.

Deus nos concedeu a habilidade de influenciar pessoas e espera um retorno de seu investimento. Ele deseja que aproveitemos as oportunidades, em vez de fugirmos da responsabilidade de fazer a diferença na vida dos outros. Às vezes as pessoas ficam mais preocupadas em promover o próprio nome do que em causar impacto na vida dos outros.

O nome de todas as estrelas do rock, do cinema, do atletismo, da política, dos presidentes, dos reis e das rainhas um dia serão esquecidos. Todos os que são famosos hoje um dia cairão no mar do esquecimento, porque as ondas do tempo continuam rolando e vão apagar o nome de todos, exceto o de Jesus, o nome que está acima de todos os nomes (Leia Fp 2.10).

Nossa vida e nosso tempo não são nossos; pertencem a Jesus Cristo, e é o nome e a Palavra dele que vão durar para sempre. Somente deixaremos um legado duradouro quando influenciarmos outros para Cristo!

Como disse a grande escritora e mulher de Deus, que passou por muitas dificuldades em sua história de vida, mas viveu para Cristo, Corrie ten Boom: "A medida de uma vida, afinal, não é sua duração, mas sua doação".

Um dia, você e eu seremos esquecidos. A única coisa que vai permanecer é o que tivermos feito para Deus, a maneira como cumprimos o propósito para o qual Ele nos criou.

Quero finalizar falando do meu pai, pastor José Santos. Ele é o meu maior exemplo de quem viveu para Deus. Desde que me entendo por gente, sempre observei e aprendi com ele que o ser humano é o bem mais precioso deste mundo. Ele tinha no seu coração a grandeza de saber que era amado pelo Senhor, mesmo sem merecer. Por isso, viveu para se doar às pessoas. Agradeço a Deus pelo privilégio que me concedeu de ter um pai que deixou um legado de amor e doação!

Para reflexão: Pelo que você gostaria de ser lembrado? De que maneira está contribuindo para esse objetivo neste exato momento? Deus o abençoe. 

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Orgulho

A natureza humana é muito complexa. Nós somos diferentes uns dos outros e nossas histórias de vida também são diferentes. Porém, é isso que enriquece os relacionamentos e proporciona o crescimento dos grupos nas áreas espiritual, emocional, física e material.

A beleza da diversidade de talentos, dons e desejos, e da maneira de ver a vida acrescenta ao mundo, e aos seres humanos, os sonhos, as alegrias, a comunhão, a compaixão, o amor, o conhecimento, etc. O importante é que nos conheçamos, observando a forma como direcionamos a nossa vida na área espiritual, como lidamos com as nossas emoções, e se o que vivemos contribui para o nosso crescimento e das pessoas que estão à nossa volta.

Já falamos sobre o egoísmo e a inveja. Agora, abordaremos um tema da mesma importância: o orgulho. Segundo C. S. Lewis, “trata-se de um vício que não poupa ninguém no mundo; que todo mundo despreza quando o percebe no outro. E quanto mais ele se manifesta em nós, mais nos desagrada no outro. Esse vício devora até mesmo a possibilidade do amor, da alegria ou do simples bom senso”.

Compreende-se muitas vezes por que uma pessoa é arrogante quando nos reportamos à sua infância. Ela pode ter sido mimada, educada com muita tolerância ou frustrada porque a sua vontade era contrariada. Assim, na idade adulta, quer controlar o mundo e as pessoas que a rodeiam. De modo geral, o orgulho denota falta de maturidade espiritual e psicológica.

Veja algumas características da pessoa orgulhosa:
Considera-se infalível em suas opiniões e não reconhece que erra ou que pode errar;
pensa que é sempre capaz de discernir e interpretar a vontade de Deus;
julga-se melhor que os outros;
não consegue autoanalisar-se e projeta nos outros o que a incomoda;
está constantemente insatisfeita e desconfiada;
é insensível e ambiciosa;
tem necessidade de reconhecimento;
é a sua própria autoridade;
não consegue ser submissa à autoridade espiritual, ao seu pastor, aos seus líderes, aos pais, ao cônjuge; nos relacionamentos afetivos e na sua vida profissional;
é irredutível nos seus pontos de vista, recusando-se a abandonar suas vontades pelo bem do grupo;
quando sua opinião não prevalece, faz o que pode para enfraquecer a autoridade dos outros;
quase sempre é irônica e ferina;
tem prazer em ser bajulada;
concentra-se sempre nas fraquezas dos outros, pois não consegue observar as suas.

De todos os tipos de orgulho, o espiritual é o pior. A Bíblia cita o exemplo de Lúcifer, que se deixou contagiar pelo orgulho, considerando-se mais poderoso do que Deus, porém o seu final foi a derrota.

Na Bíblia, também encontramos algumas orientações relacionadas ao orgulho. Leia atentamente os conselhos registrados em Salmos 31.23, 101.5, 123.4 e em Provérbios 11.2 e faça diariamente esta oração: Querido Paizinho, que eu nunca me esqueça de que dependo do teu amor, da tua piedade e da tua graça para ser teu filho nesta terra. Ajude-me, a cada dia, a reconhecer a minha dependência de ti e dos outros seres humanos.